Pesquisa do Departamento de Transportes mostra que as dez pistas mais congestionados da Inglaterra estão em Londres. O estudo revelou a média de velocidade nos corredores de categoria ‘A’ durante o horário de pico da manhã em 2015. Todas as dez mais lentas estão na capital. Em todo o país a velocidade média nessas rodovias durante a hora do rush no ano passado foi de 23,7 milhas por hora, contra 24,4 milhas por hora em 2014.

As junções mais lentas na Inglaterra foram a A407, Cricklewood Lane sentido oeste em Barnet, e a A2203, Blackwall Lane sentido norte em Greenwich, onde os motoristas registraram velocidades médias de apenas 3,8 milhas por hora durante a hora do rush matinal. A A400, Tottenham Court Road sentido norte foi ligeiramente mais rápida com velocidade média de 3,9 mph. Todas as dez estradas mais lentas registraram velocidades médias inferiores a 5 mph.

Três dos trechos, Commercial Street em Tower Hamlets, A3320 em Wandsworth e Great Eastern Street em Hackney são geridos pela Transport for London (TfL), enquanto os demais são administrados pelas autoridades locais. Garrett Emmerson, chefe operacional do TfL, afirmou ao jornal Evening Standard que o congestionamento em Londres é de “curto prazo”, devido a obras que estão em andamento nos locais. “O sucesso contínuo de Londres e seu crescimento populacional mostra que nossa é uma cidade muito ocupada, com uma enorme gama de projetos de construção em andamento, e isso está tendo um efeito de curto prazo sobre o tráfego”.

Ele também citou ao jornal um investimento de mais de 4 bilhões de libras para modernização e melhora das estradas. “Trabalhamos 24 horas por dia para aliviar o congestionamento através do nosso Centro de Controle de Tráfego e reprimindo os motoristas ilegais ou perigosos através de nossa equipe de agentes de controle de tráfego. Também estamos expandindo o uso de sinais de trânsito inteligentes para gerenciar de forma mais eficiente o tráfego, incentivando as entregas fora dos momentos mais movimentados e progredindo nas novas maneiras de lidar com o rápido crescimento dos minicabs.”